Sabemos que a família é o centro do equilíbrio em Deus. E que, a união desta, a submissão dos seus ramos os filhos, em obediência aos seus genitores, formará uma nação ordeira. "Instrui a criança e não será preciso punir os homens".
A visão moderna, e nem por isso, certa, é de que todos têm que abundar em bens materiais, assim sendo, filhos são criados por babás, ou creches, assumindo costumes, que não os de suas raízes, longe dos pais, do seu zelo e do seu amor. Pouco tendo a oportunidade do convívio familiar e com as pequeninas coisas em família, que fazem a total diferença no crescer e nas lembranças futuras da criança, que tanto influenciarão no seu psicológico.
Quando em casa é a TV, a fazer o papel da babá... A criança para! Vive como estátua, não exercita o corpo, nem a fala e, assim, segue sem que receba a atenção e o carinho que lhe é devido. A mamãe está sempre tão ocupada...
A criança vai crescer em revolta, apesar de todo o conforto, lhe falta o colo dos pais e a estes ninguém, nem coisa alguma suplantará! Haverá sempre uma lacuna, uma tremenda carência, que jamais será preenchida. E, por mais mordomias que ela possa ter, vai desejar ter bem menos, em troca da atenção e do amor que lhes é negado.
Se os nossos filhos tiverem menos mordomias e mais amor... Serão eternamente nossos!
A carência afetiva familiar leva a criança, o jovem, a descobrir algo novo que suplante o vazio existente em cada um. Surgirão as más amizades, as drogas, a marginalidade, o caos, o terrível despertar da família, as perdas catastróficas!
Que Deus nos ajude a valorizarmos mais a família do que às riquezas.
Temos que considerar que a mente da criança, em sua formação natural, desde o seu nascimento, deixada por si só, irá produzir padrões de pensamento pecaminosos. Basta observar que não é necessário ensinar uma criança a mentir ou desobedecer. Para que ensinemos uma criança biblicamente temos que cortar estes padrões de pensamento errados, e redirecioná-los. E isto tem qual o propósito? Produzir uma mudança no estilo de vida, uma mudança no caráter. A ferramenta adequada para cortar, e produzir este estilo de vida é a palavra de Deus. A palavra de Deus é como uma espada (Hb 4:12 "Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração."), Ela é o poder de Deus para renovar as mentes, para produzir um novo caminho, e padrões de pensamentos corretos, que irão produzir vida abundante, saúde, alegria, satisfação, frutos, etc. Desta forma vemos que a palavra de Deus define ensinar e aprender com um propósito: FORMAR UMA VIDA. Trata-se de ensinar a viver, é discipulado. Estamos preocupados em formar discípulos, não acadêmicos que apenas tiram boas notas, passam de ano e ser bem informados. Trata-se de formar um estilo de vida, estabelecer uma maneira de viver, edificar um caráter, que vai produzir algo útil, que vai ser próspero, abençoar a outros e glorificar a Deus
"Nenhum sucesso vale o sacrifício de um lar!"
Provérbios 22:6
Salmos 127:3
Efésios 6:4
Romanos 12:2
domingo, 28 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Educação dos Filhos
Na educação de nossos filhos
Todo exagero é negativo.
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça-lhe para ser bom e dê exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não fabrique um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não lhe ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele o olha.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...
Ensina-lhe a viver sem portas.
Todo exagero é negativo.
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça-lhe para ser bom e dê exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não fabrique um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não lhe ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele o olha.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...
Ensina-lhe a viver sem portas.
terça-feira, 9 de março de 2010
Paz dentro do lar
Se perguntarmos a uma pessoa recém-casada qual é o bem que mais deseja na família, provavelmente responderá: “O amor”. Se fizermos a mesma pergunta a um homem ou a uma mulher já maduros, com longos anos de convivência familiar, é provável que nos responda: “A paz”. Nem todos dirão isso, certamente, mas muitos, sim. É que os anos de convívio entre marido e mulher, e entre pais e filhos, vão evidenciando que a paz é um bem inestimável, tanto mais precioso quanto mais frágil e difícil é de conseguir e de conservar. O caminho para a paz passa pelo nosso coração. Devemos descer aos porões do coração, onde diagnosticamos com firmeza as raízes do mal: o orgulho o egoísmo o comodismo, que entronizam o “eu” no centro da vida familiar; o hedonismo e utilitarismo, que atrofiam a capacidade de amar. Mas não se detém na “denúncia”, como hoje se gosta tanto de dizer. A paz é um bem que se constrói à força de virtudes, de misericórdia e humildade, de espírito de serviço e esquecimento de si, de perdão, mansidão e paciência... e, não por último, de caras sorridentes.
Poderíamos gozar de grande paz se não nos importássemos com o que dizem e fazem os outros e que não nos diz respeito. Como permanecer longamente em paz quando nos metemos nos assuntos dos outros e esquecemos olhar para o nosso lar, quando procuramos ocupações por fora ao invés de nos ocupar com nossa família, quando nunca ou muito pouco nos recolhemos? Felizes os simples, porque possuirão grande paz! Porque é que alguns são tão felizes e contemplativos? Porque se aplicaram a fazer morrer todos os seus desejos pessoais: dessa forma, puderam agarrar-se a Deus de todo o seu coração e dedicar-se livremente à sua vida com Deus e sua família. Mas nós estamos demasiado invadidos pelos nossos desejos pessoais e muitas vezes esquecemos nossa família, preocupamo-nos demasiado com o que se passa ao invés de olharmos para nossos lares... É raro que nos desembaracemos de um só defeito; o cuidado do progresso quotidiano não nos entusiasma e, por isso, mantemo-nos frios ou mornos com nossa família.
Se estivéssemos verdadeiramente mortos para nós mesmos, sem as nossas preocupações interiores, também poderíamos saborear as coisas divinas, ter alguma experiência de contemplação. O maior obstáculo, o único obstáculo, é que estamos demasiado presos às nossas paixões e aos nossos desejos para entrarmos no caminho perfeito. Quando nos acontece a menor contrariedade, deixamo-nos abater demasiado depressa e voltamo-nos para as consolações humanas. Se nos esforçássemos, como homens fortes, a permanecer firmes no combate, receberíamos certamente o socorro de Deus, porque Ele está sempre pronto a ajudar os que lutam e contam com a sua graça. Se tu soubesses que paz viria a ti, que alegria irradiaria sobre os outros, como serias mais cuidadoso com a tua família.
Referencias Bíblicas:
Filipenses 4:4 a 7
I Samuel 25:6
Mateus 10:13
Poderíamos gozar de grande paz se não nos importássemos com o que dizem e fazem os outros e que não nos diz respeito. Como permanecer longamente em paz quando nos metemos nos assuntos dos outros e esquecemos olhar para o nosso lar, quando procuramos ocupações por fora ao invés de nos ocupar com nossa família, quando nunca ou muito pouco nos recolhemos? Felizes os simples, porque possuirão grande paz! Porque é que alguns são tão felizes e contemplativos? Porque se aplicaram a fazer morrer todos os seus desejos pessoais: dessa forma, puderam agarrar-se a Deus de todo o seu coração e dedicar-se livremente à sua vida com Deus e sua família. Mas nós estamos demasiado invadidos pelos nossos desejos pessoais e muitas vezes esquecemos nossa família, preocupamo-nos demasiado com o que se passa ao invés de olharmos para nossos lares... É raro que nos desembaracemos de um só defeito; o cuidado do progresso quotidiano não nos entusiasma e, por isso, mantemo-nos frios ou mornos com nossa família.
Se estivéssemos verdadeiramente mortos para nós mesmos, sem as nossas preocupações interiores, também poderíamos saborear as coisas divinas, ter alguma experiência de contemplação. O maior obstáculo, o único obstáculo, é que estamos demasiado presos às nossas paixões e aos nossos desejos para entrarmos no caminho perfeito. Quando nos acontece a menor contrariedade, deixamo-nos abater demasiado depressa e voltamo-nos para as consolações humanas. Se nos esforçássemos, como homens fortes, a permanecer firmes no combate, receberíamos certamente o socorro de Deus, porque Ele está sempre pronto a ajudar os que lutam e contam com a sua graça. Se tu soubesses que paz viria a ti, que alegria irradiaria sobre os outros, como serias mais cuidadoso com a tua família.
Referencias Bíblicas:
Filipenses 4:4 a 7
I Samuel 25:6
Mateus 10:13
terça-feira, 2 de março de 2010
Finanças no casamento!
O sucesso de um casamento depende fundamentalmente de uma “parte” do corpo humano: o bolso. Crises financeiras dentro de casa podem levar um relacionamento à ruína. Para evitar desastres, o melhor é planejar os gastos, estabelecendo receitas e despesas mensais.
O cuidado pode ajudar a família a ter uma vida mais equilibrada, mas não deve, jamais, deixar de lado o romantismo. Gastos com diversão e lazer não podem sair dos planos. É essencial que o casal gaste dinheiro com o que lhe deixa feliz.
Brigas, dívidas, cobranças, crises financeiras, desgastes emocionais, protestos e separações. Tudo isso pode ser evitado por você!
A bíblia menciona em Efésios 5:31:“Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão uma só carne.” Crendo no que diz a bíblia, quando casamos nos tornamos uma só carne, uma só pessoa. Assim, entendi que a família por ser a união de duas pessoas com hábitos, culturas e criações diferentes, que ao se unirem tornam-se família, e isso muda o nosso comportamento como indivíduos.
E por existir casais cristãos que não compreendem o verdadeiro sentido da família, sofrem os impactos de suas escolhas, tendo a vida financeira conturbada, cheia de dívidas, empresas em crise financeira, nome em Serasa/SPC, cônjuges desempregados, sem objetivos claros e não havendo evolução patrimonial da família. Assim não dizimam, não ajudam outros, não propiciam condições melhores de moradia, educação e saúde para os filhos. É um caos revestido por uma vida mascarada! Por isso, os cristãos devem observar alguns princípios bíblicos e financeiros necessários para cuidar da família e dos bens que Deus lhe confiou de maneira adequada:
1º.Reconhecer que Deus é o nosso provedor e que sem Ele não teríamos nada;
2º.Reconhecer que tudo que temos é dado por Deus, inclusive o nosso casamento;
3º.Como Cristãos devemos ter a prática de dizimar como diz a bíblia;
4º.O casal deve planejar os objetivos a curto e longo prazo, priorizando os mais importantes para família;
5º.Marido e mulher devem sempre viver com o que ganham e não contrair dívidas acima da remuneração familiar;
6º.Criar o hábito de ter reservas em dinheiro para situações contingenciais;
7º.Marido e mulher devem controlar juntos suas receitas e despesas periodicamente, confrontando-as com o planejamento financeiro familiar;
8º.Estar ciente que o tempo passa e no futuro colheremos o que plantamos hoje;
9º.Buscar constantemente conhecimento sobre finanças pessoais através de livros, planilhas e orientações técnicas relacionadas ao assunto;
10º.Que as bênçãos obtidas devem se estender para os demais filhos de Deus, como forma de honrar e reconhecer o que Deus tem feito por você.
Deus sempre abençoa seus filhos com riquezas materiais, entretanto, os mesmos negligenciam o gerenciamento do que Deus concedeu.
Precisamos perceber que Deus já nos deu o melhor, mas Ele também espera que administremos bem o que nos deu (Mateus 25:16). Praticar estes 10 pontos deve ser o início para construção de um modelo de controle financeiro familiar focado e próspero.
Lembrem-se, as nossas atitudes sobre finanças ou a falta delas influencia a vida dos nossos filhos e de pessoas que convivem conosco ou que estão em nossa volta, positivamente ou negativamente. Qual a sua decisão? Continuar do mesmo jeito ou mudar?
O cuidado pode ajudar a família a ter uma vida mais equilibrada, mas não deve, jamais, deixar de lado o romantismo. Gastos com diversão e lazer não podem sair dos planos. É essencial que o casal gaste dinheiro com o que lhe deixa feliz.
Brigas, dívidas, cobranças, crises financeiras, desgastes emocionais, protestos e separações. Tudo isso pode ser evitado por você!
A bíblia menciona em Efésios 5:31:“Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão uma só carne.” Crendo no que diz a bíblia, quando casamos nos tornamos uma só carne, uma só pessoa. Assim, entendi que a família por ser a união de duas pessoas com hábitos, culturas e criações diferentes, que ao se unirem tornam-se família, e isso muda o nosso comportamento como indivíduos.
E por existir casais cristãos que não compreendem o verdadeiro sentido da família, sofrem os impactos de suas escolhas, tendo a vida financeira conturbada, cheia de dívidas, empresas em crise financeira, nome em Serasa/SPC, cônjuges desempregados, sem objetivos claros e não havendo evolução patrimonial da família. Assim não dizimam, não ajudam outros, não propiciam condições melhores de moradia, educação e saúde para os filhos. É um caos revestido por uma vida mascarada! Por isso, os cristãos devem observar alguns princípios bíblicos e financeiros necessários para cuidar da família e dos bens que Deus lhe confiou de maneira adequada:
1º.Reconhecer que Deus é o nosso provedor e que sem Ele não teríamos nada;
2º.Reconhecer que tudo que temos é dado por Deus, inclusive o nosso casamento;
3º.Como Cristãos devemos ter a prática de dizimar como diz a bíblia;
4º.O casal deve planejar os objetivos a curto e longo prazo, priorizando os mais importantes para família;
5º.Marido e mulher devem sempre viver com o que ganham e não contrair dívidas acima da remuneração familiar;
6º.Criar o hábito de ter reservas em dinheiro para situações contingenciais;
7º.Marido e mulher devem controlar juntos suas receitas e despesas periodicamente, confrontando-as com o planejamento financeiro familiar;
8º.Estar ciente que o tempo passa e no futuro colheremos o que plantamos hoje;
9º.Buscar constantemente conhecimento sobre finanças pessoais através de livros, planilhas e orientações técnicas relacionadas ao assunto;
10º.Que as bênçãos obtidas devem se estender para os demais filhos de Deus, como forma de honrar e reconhecer o que Deus tem feito por você.
Deus sempre abençoa seus filhos com riquezas materiais, entretanto, os mesmos negligenciam o gerenciamento do que Deus concedeu.
Precisamos perceber que Deus já nos deu o melhor, mas Ele também espera que administremos bem o que nos deu (Mateus 25:16). Praticar estes 10 pontos deve ser o início para construção de um modelo de controle financeiro familiar focado e próspero.
Lembrem-se, as nossas atitudes sobre finanças ou a falta delas influencia a vida dos nossos filhos e de pessoas que convivem conosco ou que estão em nossa volta, positivamente ou negativamente. Qual a sua decisão? Continuar do mesmo jeito ou mudar?
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Companheirismo
Companheirismo é muito mais do que alguém que acompanha, é alguém que entende, ouve, critica, respeita, e que é confiável. Companheiro é aquele que nos momentos de solidão ou de angustia te auxilia, às vezes com nenhuma palavra, más quem disse que as palavras são a melhor ajuda? É aquele que quando precisamos desabafar nos ouve às vezes sem entender nada, mas fica ali quieto, procurando a melhor maneira de nos ajudar.
Uma área crítica do casamento é o companheirismo. A capacidade de fazer o outro se sentir bem. É possível julgar a qualidade do companheirismo pelo que representam os encontros com aquela pessoa, e se não há encontros...
Compare seus encontros de agora com os do tempo do namoro. Vocês gostam de ficar juntos a sós? Arranjam tempo para isso? Ou é exatamente o que não acontece? A maneira como usam o tempo em que estão juntos é o que determina se há ou não companheirismo.
Ser companheiro é saber ouvir e saber falar, é ficar disponível sem se anular, é compreender o que o outro sente para poder compartilhar a vida.
Ser companheiro é ter a coragem de abrir o coração e oferecer momentos, para que o outro me conheça e sinta confiança em se deixar conhecer também por mim.
Ser companheiro é dar as mãos sem aprisionar, ser companheiro tem muito de doação e de flexibilidade.
Quantas vezes você parou para pensar no valor do seu cônjuge?
Talvez você não consiga visualizar o valor que ele ou ela tem para você e sua vida, porque às vezes são apoios tão pequenos e freqüentes que se tornam até naturais, como se fosse parte da responsabilidade, mas na verdade não são.
Muitas vezes as pequenas coisas que as pessoas fazem, significam tudo para o seu dia ou simplesmente para você. É uma palavra, uma pergunta ou uma gentileza que nos faz esquecer que o dia está “pesado” ou até torna o nosso dia melhor.
Quando seu cônjuge fizer algo por você, valorize. Porque a pessoa faz por que quer o bem e não porque é obrigada.
O companheirismo é isso. Você saber que pode contar com a outra pessoa e ela com você. Sempre. Como se fosse natural e sem ser forçado.
Você precisa exercitar o companheirismo com o seu cônjuge porque é pelo seu exemplo que os seus filhos vão entender o quanto é importante ser companheiro.
Olhe para o seu cônjuge e enxergue. Faça-o enxergar através de você.
O resultado é você e seu cônjuge se enxergarem de verdade.
Referencia bíblicas:
Gênesis 2:24
1 Coríntios 11:11
Uma área crítica do casamento é o companheirismo. A capacidade de fazer o outro se sentir bem. É possível julgar a qualidade do companheirismo pelo que representam os encontros com aquela pessoa, e se não há encontros...
Compare seus encontros de agora com os do tempo do namoro. Vocês gostam de ficar juntos a sós? Arranjam tempo para isso? Ou é exatamente o que não acontece? A maneira como usam o tempo em que estão juntos é o que determina se há ou não companheirismo.
Ser companheiro é saber ouvir e saber falar, é ficar disponível sem se anular, é compreender o que o outro sente para poder compartilhar a vida.
Ser companheiro é ter a coragem de abrir o coração e oferecer momentos, para que o outro me conheça e sinta confiança em se deixar conhecer também por mim.
Ser companheiro é dar as mãos sem aprisionar, ser companheiro tem muito de doação e de flexibilidade.
Quantas vezes você parou para pensar no valor do seu cônjuge?
Talvez você não consiga visualizar o valor que ele ou ela tem para você e sua vida, porque às vezes são apoios tão pequenos e freqüentes que se tornam até naturais, como se fosse parte da responsabilidade, mas na verdade não são.
Muitas vezes as pequenas coisas que as pessoas fazem, significam tudo para o seu dia ou simplesmente para você. É uma palavra, uma pergunta ou uma gentileza que nos faz esquecer que o dia está “pesado” ou até torna o nosso dia melhor.
Quando seu cônjuge fizer algo por você, valorize. Porque a pessoa faz por que quer o bem e não porque é obrigada.
O companheirismo é isso. Você saber que pode contar com a outra pessoa e ela com você. Sempre. Como se fosse natural e sem ser forçado.
Você precisa exercitar o companheirismo com o seu cônjuge porque é pelo seu exemplo que os seus filhos vão entender o quanto é importante ser companheiro.
Olhe para o seu cônjuge e enxergue. Faça-o enxergar através de você.
O resultado é você e seu cônjuge se enxergarem de verdade.
Referencia bíblicas:
Gênesis 2:24
1 Coríntios 11:11
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Família
Deus é o autor do casamento, da família, do matrimônio.
Antes da fundação do mundo, antes da queda do homem, antes do pecado, Deus instituiu a família e a vida familiar. Antes que houvesse qualquer outra instituição humana, Deus criou a família. É a primeira e básica instituição.
Infelizmente, existem hoje muitos livros que falam sobre a família (até mesmo nas livrarias evangélicas) falam da família mas tem como base o homem. Começam com o homem e a família, depois Deus com um aditivo, uma coisa para colocar coesão e um pouco de harmonia na vida familiar. Na frouxa e desregrada vida familiar. Vem a família e depois Deus como um meio de ajudar e abençoar a família. NÃO É ASSIM !
Antes de tudo o Senhor, depois, segundo a sua vontade, Ele constituiu as famílias. Se compreendermos isso o resto vai ser fácil de aprender, compreender e aceitar.
A família começa em Deus. E se o Senhor é o criador da família Ele sabe para que foi feita.
Se queremos saber o propósito para se viver em família, qual o sentido, temos que perguntar para aquele que criou a família. A família não foi instituída por sociólogos.
Quanto não entendemos o propósito de Deus para a família, quando não sabemos o que estava no coração de Deus quando instituiu a família, podemos cair numa série de erros, propósitos e despropósitos os mais variados.
Muita gente está constituindo família, mas por não conhecer o propósito de Deus, estão constituindo família por outros propósitos quaisquer.
O QUE É FAMÍLIA?
A família é um núcleo de convivência, unido por laços afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto. É a definição que conhecemos. Entretanto, esta convivência pode ser feliz ou insuportável, pois seus laços afetivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do ódio. E a morada sobre o mesmo teto? Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de referência, onde se busca e se vivencia o amor, ou... um mero alojamento.
A família não é algo que nos é dado de uma vez por todas, mas nos é dada como uma semente que necessita de cuidados constantes para crescer e desenvolver-se. Quando casamos, sabemos que, entre outras coisas, temos essa semente que pode germinar e um dia dar fruto: ser uma família de verdade. Devemos, portanto, estar conscientes de que é preciso trabalhá-la e cultivá-la sempre, constantemente, e com muito amor.
TEMPOS DESCONCERTANTES
A família parece estar à deriva, sem referência, impotente e desprotegida diante dos embates do consumismo, bombardeada pelos meios de comunicação e incapaz de dar uma resposta a esses ataques.
Ela fica na defensiva. A impressão que se tem é a de que ela se conserva como um reduto afetivo, baseado principalmente na segurança do amor dos pais pelos filhos, e que se ressente, cada vez mais, da indeterminação dos papéis masculinos e femininos.
É possível ouvir hoje arautos que falam da família em tom triunfal, enquanto que, em outros contextos, se escutam depoimentos de verdadeiras catástrofes. Para alguns, a família é um conceito conservador, só defendido pelos retrógrados.
A Família, a Igreja e a Sociedade
O lar serve para dar base sólida a igreja e a sociedade. Não há igreja sólida sem família sólida.
A obra do Senhor de restauração da igreja depende da restauração das famílias.
Se temos famílias frouxas e com vidas desregradas, a igreja será frouxa e desregrada.
A melhor coisa que podemos fazer para a solidez da igreja é formar famílias sólidas, assim estaremos cooperando com o propósito de Deus.
Não vai haver igreja estável, forte e sadia, sem que haja famílias que sejam assim.
A igreja é composta de famílias, mas não é só a igreja que é composta de família, mas também a sociedade.
Se tivermos famílias bem desenvolvidas, santas, felizes, vamos abençoar a sociedade e o mundo. Se formarmos famílias, santas, felizes, atrativas, estaremos fazendo o melhor para assegurar ao mundo.
Eu creio que uma família feliz, onde há harmonia é atrativa. Esta é a melhor maneira de mostrar ao mundo a graça e a verdade de Deus. Vale mais que qualquer evangelista, os melhores livros.
Quatro conselhos práticos:
1 - Oriente sua vida familiar pela palavra de Deus.
• Não se deixe guiar por sentimentos enganosos, deixe se levar pela palavra de Deus.
• Não se deixe levar por essas literaturas de homens que não entendem nada. A palavra de Deus é amplamente suficiente para a família em todas as áreas. Ninguém sabe melhor do que Deus como deve ser a família, como ela deve andar. Dê um voto de confiança a Deus.
• Este mundo está cheio de homens de sucesso, comerciantes ricos, intelectuais, sábios, pedagogos, psicólogos que estão completamente perdidos em sua vida familiar. Não dê ouvidos ao que eles dizem, mas ouça a palavra de Deus.
• Muitas vezes somos tentados a achar que a palavra do Senhor exagerada quando fala da vara, por exemplo. Muitos pais dão mais ouvidos a seus sentimentos do que a palavra. O mesmo acontece com relação à submissão.
Obedeça ao Senhor em tudo e colherá os frutos.
“Sei muitas coisas, mas sou um ignorante. Agora vou fazer como tu disseste”!
Ex.: Há incrédulos que usam a vara nos filhos e tem bons filhos, maridos que não conhecem a palavra, são cabeças e a casa vai bem. Não por amarem ao Senhor nem a sua palavra, mas por coincidência. A palavra de Deus tem uma doutrina sã. E se colocarmos em prática vamos deixar o mundo de boca aberta.
Dt 4:5-9
“Eis que vos ensinei estatutos e preceitos, como o Senhor meu Deus me ordenou, para que os observeis no meio da terra na qual estais entrando para a possuirdes. Guardai-os e observai-os, porque isso é a vossa sabedoria e o vosso entendimento à vista dos povos, que ouvirão todos estes, estatutos, e dirão: Esta grande nação é deveras povo sábio e entendido. Pois que grande nação há que tenha deuses tão chegados a si como o é a nós o Senhor nosso Deus todas as vezes que o invocamos? E que grande nação há que tenha estatutos e preceitos tão justos como toda esta lei que hoje ponho perante vós? Tão-somente guarda-te a ti mesmo, e guarda bem a tua alma, para que não te esqueças das coisas que os teus olhos viram, e que elas não se apaguem do teu coração todos os dias da tua vida; porém as contarás a teus filhos, e aos filhos de teus filhos”
“Que Deus eles têm! Que coisas tremendas eles sabem!”.
2 - Viva a vida familiar com propósito.
Não veja a vida como uma seqüência, uma sucessão de dias. Projete sua vida familiar para aqui dois, três, cinco, dez, vinte anos. Por não fazerem isso muitos não vão a lugar nenhum.
Desenvolver relacionamento com os filhos e com a esposa. Não se aplicar mais a um do que a outro, porque depois os filhos se casam, vão embora e o casal não sabe o que fazer.
Projete, trace alvos, ore.
3 - Busque relacionamento com o corpo de Cristo.
Se envolva com irmãos que se saíram bem. Se você vê que os filhos deles estão se saindo bem, busque orientação com eles.
Se uma irmã tem marido incrédulo e está superando os problemas, troque idéias com ela.
Busque orientação no corpo de Cristo.
4 - Confie na obra do Espírito Santo.
Quando ouvimos a doutrina, a palavra, geralmente adquirimos conhecimento e achamos que já sabemos. Não é fácil assim e nem sempre eu consigo colocar em prática tudo que aprendo. Aí entra Satanás e vem me desanimar e dizer que aquilo não serve, não funciona.
Por isso é necessário ter paciência com você mesmo e com os outros. O Espírito Santo está mais interessado nessas coisas do que você. Ele é o maior interessado em que você pratique toda a doutrina de Deus.
Confie nele, dê-lhe tempo, espere no senhor, pratique. O Senhor nos levará de fé em fé, de glória em glória. ALELUIA!
Referencias bíblicas:
Dt 4:5-9, Gn 2:23-24, Gn 1:26-28
Antes da fundação do mundo, antes da queda do homem, antes do pecado, Deus instituiu a família e a vida familiar. Antes que houvesse qualquer outra instituição humana, Deus criou a família. É a primeira e básica instituição.
Infelizmente, existem hoje muitos livros que falam sobre a família (até mesmo nas livrarias evangélicas) falam da família mas tem como base o homem. Começam com o homem e a família, depois Deus com um aditivo, uma coisa para colocar coesão e um pouco de harmonia na vida familiar. Na frouxa e desregrada vida familiar. Vem a família e depois Deus como um meio de ajudar e abençoar a família. NÃO É ASSIM !
Antes de tudo o Senhor, depois, segundo a sua vontade, Ele constituiu as famílias. Se compreendermos isso o resto vai ser fácil de aprender, compreender e aceitar.
A família começa em Deus. E se o Senhor é o criador da família Ele sabe para que foi feita.
Se queremos saber o propósito para se viver em família, qual o sentido, temos que perguntar para aquele que criou a família. A família não foi instituída por sociólogos.
Quanto não entendemos o propósito de Deus para a família, quando não sabemos o que estava no coração de Deus quando instituiu a família, podemos cair numa série de erros, propósitos e despropósitos os mais variados.
Muita gente está constituindo família, mas por não conhecer o propósito de Deus, estão constituindo família por outros propósitos quaisquer.
O QUE É FAMÍLIA?
A família é um núcleo de convivência, unido por laços afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto. É a definição que conhecemos. Entretanto, esta convivência pode ser feliz ou insuportável, pois seus laços afetivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do ódio. E a morada sobre o mesmo teto? Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de referência, onde se busca e se vivencia o amor, ou... um mero alojamento.
A família não é algo que nos é dado de uma vez por todas, mas nos é dada como uma semente que necessita de cuidados constantes para crescer e desenvolver-se. Quando casamos, sabemos que, entre outras coisas, temos essa semente que pode germinar e um dia dar fruto: ser uma família de verdade. Devemos, portanto, estar conscientes de que é preciso trabalhá-la e cultivá-la sempre, constantemente, e com muito amor.
TEMPOS DESCONCERTANTES
A família parece estar à deriva, sem referência, impotente e desprotegida diante dos embates do consumismo, bombardeada pelos meios de comunicação e incapaz de dar uma resposta a esses ataques.
Ela fica na defensiva. A impressão que se tem é a de que ela se conserva como um reduto afetivo, baseado principalmente na segurança do amor dos pais pelos filhos, e que se ressente, cada vez mais, da indeterminação dos papéis masculinos e femininos.
É possível ouvir hoje arautos que falam da família em tom triunfal, enquanto que, em outros contextos, se escutam depoimentos de verdadeiras catástrofes. Para alguns, a família é um conceito conservador, só defendido pelos retrógrados.
A Família, a Igreja e a Sociedade
O lar serve para dar base sólida a igreja e a sociedade. Não há igreja sólida sem família sólida.
A obra do Senhor de restauração da igreja depende da restauração das famílias.
Se temos famílias frouxas e com vidas desregradas, a igreja será frouxa e desregrada.
A melhor coisa que podemos fazer para a solidez da igreja é formar famílias sólidas, assim estaremos cooperando com o propósito de Deus.
Não vai haver igreja estável, forte e sadia, sem que haja famílias que sejam assim.
A igreja é composta de famílias, mas não é só a igreja que é composta de família, mas também a sociedade.
Se tivermos famílias bem desenvolvidas, santas, felizes, vamos abençoar a sociedade e o mundo. Se formarmos famílias, santas, felizes, atrativas, estaremos fazendo o melhor para assegurar ao mundo.
Eu creio que uma família feliz, onde há harmonia é atrativa. Esta é a melhor maneira de mostrar ao mundo a graça e a verdade de Deus. Vale mais que qualquer evangelista, os melhores livros.
Quatro conselhos práticos:
1 - Oriente sua vida familiar pela palavra de Deus.
• Não se deixe guiar por sentimentos enganosos, deixe se levar pela palavra de Deus.
• Não se deixe levar por essas literaturas de homens que não entendem nada. A palavra de Deus é amplamente suficiente para a família em todas as áreas. Ninguém sabe melhor do que Deus como deve ser a família, como ela deve andar. Dê um voto de confiança a Deus.
• Este mundo está cheio de homens de sucesso, comerciantes ricos, intelectuais, sábios, pedagogos, psicólogos que estão completamente perdidos em sua vida familiar. Não dê ouvidos ao que eles dizem, mas ouça a palavra de Deus.
• Muitas vezes somos tentados a achar que a palavra do Senhor exagerada quando fala da vara, por exemplo. Muitos pais dão mais ouvidos a seus sentimentos do que a palavra. O mesmo acontece com relação à submissão.
Obedeça ao Senhor em tudo e colherá os frutos.
“Sei muitas coisas, mas sou um ignorante. Agora vou fazer como tu disseste”!
Ex.: Há incrédulos que usam a vara nos filhos e tem bons filhos, maridos que não conhecem a palavra, são cabeças e a casa vai bem. Não por amarem ao Senhor nem a sua palavra, mas por coincidência. A palavra de Deus tem uma doutrina sã. E se colocarmos em prática vamos deixar o mundo de boca aberta.
Dt 4:5-9
“Eis que vos ensinei estatutos e preceitos, como o Senhor meu Deus me ordenou, para que os observeis no meio da terra na qual estais entrando para a possuirdes. Guardai-os e observai-os, porque isso é a vossa sabedoria e o vosso entendimento à vista dos povos, que ouvirão todos estes, estatutos, e dirão: Esta grande nação é deveras povo sábio e entendido. Pois que grande nação há que tenha deuses tão chegados a si como o é a nós o Senhor nosso Deus todas as vezes que o invocamos? E que grande nação há que tenha estatutos e preceitos tão justos como toda esta lei que hoje ponho perante vós? Tão-somente guarda-te a ti mesmo, e guarda bem a tua alma, para que não te esqueças das coisas que os teus olhos viram, e que elas não se apaguem do teu coração todos os dias da tua vida; porém as contarás a teus filhos, e aos filhos de teus filhos”
“Que Deus eles têm! Que coisas tremendas eles sabem!”.
2 - Viva a vida familiar com propósito.
Não veja a vida como uma seqüência, uma sucessão de dias. Projete sua vida familiar para aqui dois, três, cinco, dez, vinte anos. Por não fazerem isso muitos não vão a lugar nenhum.
Desenvolver relacionamento com os filhos e com a esposa. Não se aplicar mais a um do que a outro, porque depois os filhos se casam, vão embora e o casal não sabe o que fazer.
Projete, trace alvos, ore.
3 - Busque relacionamento com o corpo de Cristo.
Se envolva com irmãos que se saíram bem. Se você vê que os filhos deles estão se saindo bem, busque orientação com eles.
Se uma irmã tem marido incrédulo e está superando os problemas, troque idéias com ela.
Busque orientação no corpo de Cristo.
4 - Confie na obra do Espírito Santo.
Quando ouvimos a doutrina, a palavra, geralmente adquirimos conhecimento e achamos que já sabemos. Não é fácil assim e nem sempre eu consigo colocar em prática tudo que aprendo. Aí entra Satanás e vem me desanimar e dizer que aquilo não serve, não funciona.
Por isso é necessário ter paciência com você mesmo e com os outros. O Espírito Santo está mais interessado nessas coisas do que você. Ele é o maior interessado em que você pratique toda a doutrina de Deus.
Confie nele, dê-lhe tempo, espere no senhor, pratique. O Senhor nos levará de fé em fé, de glória em glória. ALELUIA!
Referencias bíblicas:
Dt 4:5-9, Gn 2:23-24, Gn 1:26-28
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Compartilhando com vocês nossa primeira palavra de 2010!
A vida a dois
A vida a dois é difícil. Quando as pessoas são bem jovens, ela pode destruir a ilusão de namoro eterno, com o desgaste do dia-a-dia. E quando as pessoas resolvem passar a viver a dois depois de uma certa idade, alguns hábitos se instalaram nelas e tudo o que é novo vem perturbar isso. Daí tantos choques. Daí casamentos que não dão certo quando o namoro caminhava maravilhosamente bem.
Quando a gente sonha, nunca sonha problemas. Provavelmente é por isso mesmo que são chamados de sonhos. Quando se trata de amor, sonha-se com namoros, momentos a dois, uma harmonia perfeita. Mas chega a vida a dois... e dona realidade entra em cena.
Ai!... dona realidade! A gente começa a ver o outro exatamente como é quando se levanta, quando se deita, quando está de mau-humor, cansado. A ilusão do perfeito vai se desfazendo aos poucos. De tanto ver o outro, não há mais espaço para a saudade. Tudo vira tão comum!...
Quando atingimos um objetivo, deixamos de lutar por ele. Não passa pela nossa cabeça que é preciso, a cada dia, conservar essa conquista. Um namorado que vira esposo esquece-se do quanto é bom namorar, esquece-se que a Cinderela está ainda bem viva no interior daquela que seu coração escolheu. Uma namorada que vira esposa esquece-se muitas vezes que precisa estar bela para o seu querido.
Cada qual consagra mais do seu tempo a outras coisas porque pensa que o que foi adquirido é definitivo. Mas não é. O amor, por mais forte que seja, se desgasta também. Viver a dois é viver a dois e não somente dormir a dois. Se cada um vai procurar satisfações em outros lados, a relação se termina.
É preciso guardar-se um pouco para o outro. É preciso conservar um pouco de mistério, não ser tão comum. É preciso continuar namorando, mesmo se os meses e anos passam. É preciso não estar distante demais para que o outro perceba que pode escolher outros caminhos, nem junto demais para que o outro não se sufoque.
É preciso muita maturidade para se viver essas situações. É preciso guardar-se de envolver as famílias nos problemas do casal.
Se você se encontra numa situação assim e precisa conversar com alguém, tenha sabedoria para escolher essa pessoa. Pais e mães, com todo o amor e respeito que devemos a eles, estão emocionalmente envolvidos demais para que possam ajudar e dificilmente não vão tomar partido, o que ao invés de ajudar, só atrapalha.
O próprio nome diz: vida a dois. Problemas a dois. Soluções a dois. Porque a felicidade ou infelicidade é a dois também.
E Deus, que é Pai dos dois, saberá dar orientação. É preciso, nesse caso, olhar para Ele, que sabe perfeitamente onde colar os pedaços e dar unidade onde nossos olhos humanos só vêm duas metades separadas e sangrando.
A vida a dois é difícil. Quando as pessoas são bem jovens, ela pode destruir a ilusão de namoro eterno, com o desgaste do dia-a-dia. E quando as pessoas resolvem passar a viver a dois depois de uma certa idade, alguns hábitos se instalaram nelas e tudo o que é novo vem perturbar isso. Daí tantos choques. Daí casamentos que não dão certo quando o namoro caminhava maravilhosamente bem.
Quando a gente sonha, nunca sonha problemas. Provavelmente é por isso mesmo que são chamados de sonhos. Quando se trata de amor, sonha-se com namoros, momentos a dois, uma harmonia perfeita. Mas chega a vida a dois... e dona realidade entra em cena.
Ai!... dona realidade! A gente começa a ver o outro exatamente como é quando se levanta, quando se deita, quando está de mau-humor, cansado. A ilusão do perfeito vai se desfazendo aos poucos. De tanto ver o outro, não há mais espaço para a saudade. Tudo vira tão comum!...
Quando atingimos um objetivo, deixamos de lutar por ele. Não passa pela nossa cabeça que é preciso, a cada dia, conservar essa conquista. Um namorado que vira esposo esquece-se do quanto é bom namorar, esquece-se que a Cinderela está ainda bem viva no interior daquela que seu coração escolheu. Uma namorada que vira esposa esquece-se muitas vezes que precisa estar bela para o seu querido.
Cada qual consagra mais do seu tempo a outras coisas porque pensa que o que foi adquirido é definitivo. Mas não é. O amor, por mais forte que seja, se desgasta também. Viver a dois é viver a dois e não somente dormir a dois. Se cada um vai procurar satisfações em outros lados, a relação se termina.
É preciso guardar-se um pouco para o outro. É preciso conservar um pouco de mistério, não ser tão comum. É preciso continuar namorando, mesmo se os meses e anos passam. É preciso não estar distante demais para que o outro perceba que pode escolher outros caminhos, nem junto demais para que o outro não se sufoque.
É preciso muita maturidade para se viver essas situações. É preciso guardar-se de envolver as famílias nos problemas do casal.
Se você se encontra numa situação assim e precisa conversar com alguém, tenha sabedoria para escolher essa pessoa. Pais e mães, com todo o amor e respeito que devemos a eles, estão emocionalmente envolvidos demais para que possam ajudar e dificilmente não vão tomar partido, o que ao invés de ajudar, só atrapalha.
O próprio nome diz: vida a dois. Problemas a dois. Soluções a dois. Porque a felicidade ou infelicidade é a dois também.
E Deus, que é Pai dos dois, saberá dar orientação. É preciso, nesse caso, olhar para Ele, que sabe perfeitamente onde colar os pedaços e dar unidade onde nossos olhos humanos só vêm duas metades separadas e sangrando.
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